Os perigos de alugar ou comprar rádios comunicadores sem homologação

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Os perigos de alugar ou comprar rádios comunicadores sem homologação

Muitas empresas alugam ou compram rádios comunicadores de origem duvidosa por serem mais baratos. Porém, pode ter certeza que, por trás do preço baixo, há um produto cheio de potencial para causar dores de cabeça futuras. Como multas altas ou problemas de saúde. Por isso, é imprescindível contar com equipamentos homologados, autorizados a funcionar em território nacional.

Neste blog, nós iremos explicar melhor sobre esses perigos. Não deixe de conferir.

O que significa ter um rádio comunicador homologado?

Quando um rádio comunicador está devidamente homologado, isso significa que possui a certificação concedida pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Em outras palavras, o equipamento passou por todos os testes necessários e foi aprovado pela agência reguladora. Estando, portanto, de acordo com as normas e com o sistema de telecomunicações brasileiro, os quais preveem padrões de qualidade, funcionalidade e segurança.

Depois disso, o aparelho passa a ter um selo da Anatel, que contém uma identificação composta por seis números. Os quatro primeiros se referem aos números da homologação, que são seguidos por mais dois números, que correspondem ao ano em que foi emitido o processo. Então é bem fácil de reconhecer, até porque o selo não pode ser removido.

Agora, vejamos a seguir um pouco mais a respeito dos testes pelos quais os rádios comunicadores passam. Dessa forma, poderemos entender mais a fundo sobre sua importância.

Compatibilidade com a infraestrutura local

Independente do produto, sempre haverão diversos modelos sendo desenvolvidos pelo mundo todo. Não é à toa que muitas pessoas passam por dificuldades com tomadas ou fones de ouvido, por exemplo, que muitas vezes não são compatíveis e, portanto, não encaixam. O consumidor acaba tendo que ir atrás de dispositivos complementares ou de adaptadores para finalmente serem capazes de utilizar o aparelho — isso quando são!

Assim sendo, um dos testes de homologação submetidos pela Anatel avalia se o rádio comunicador segue determinados padrões estruturais. Verifica-se, portanto, se ele é compatível com a infraestrutura brasileira, bem como com suas particularidades. Caso contrário, o consumidor estaria sujeito a muitos problemas, que nem sempre podem ser resolvidos pela compra de um adaptador.

Garantia adequada

Ter acesso a equipamentos com garantia é uma das maiores preocupações. Essa é a única maneira de assegurar que o produto possui o mínimo de qualidade para que funcione por alguns meses. Especialmente quando demanda um investimento maior. Então é ela que tranquiliza o cliente na hora da compra.

Por isso que a Anatel determina que um dos testes para a homologação de rádios comunicadores compreenda que o aparelho atenda às exigências mínimas de garantia do modelo em questão. Isso faz com que o cliente tenha acesso a bons produtos, além de impedir uma alta rotatividade no mercado.

Comprometimento com a saúde do consumidor

Equipamentos eletrônicos, quando não são devidamente projetados e produzidos, oferecem riscos de afetar a saúde daqueles que entram em contato com eles. No caso dos rádios comunicadores, sem o cuidado necessário, há a chance de exposição à radiação. Isso mostra claramente o perigo de se permitir que qualquer produto circule no mercado sem a autorização apropriada.

Assim, a homologação também leva em conta critérios de segurança indispensáveis para que o rádio comunicador possa ser utilizado, e sem apresentar qualquer risco à saúde do consumidor.

Consequências legais de um rádio comunicador sem licença

Dentro desse tópico, é importante ainda tratar da licença necessária para se operar rádios comunicadores com potência superior a 250 m watts. Como veremos, homologação também tem tudo a ver com estes casos.

Se você comprou um rádio comunicador dessa potência de uma empresa confiável, que só trabalha com equipamentos homologados, ainda assim precisará de uma licença de operação para fazer uso do produto. Porque, caso sofra uma fiscalização da Anatel, será verificado se o rádio apresenta ou não essa licença. Se não houver, o fiscalizador autuará sua empresa e dará um prazo de 30 dias para que o processo de regularização seja iniciado.

Porém, se o equipamento utilizado não for sequer homologado, o fiscalizador lacrará o sistema e apreenderá os rádios comunicadores clandestinos. Assim, não haverá dano financeiro apenas pela perda dos produtos, mas também pela multa aplicada, a qual será multiplicada pela quantidade de equipamentos encontrados em uso no local.

Por outro lado, quando os equipamentos são alugados, o cliente usufrui da licença da empresa com a qual aluga. Se ela tiver, claro, permissão para operar em território nacional.

Orientação para a aquisição de rádios comunicadores

Em todo caso, fique bastante atento ao selecionar um fornecedor que trabalhe com equipamentos homologados e licenciados! Existem muitas marcas atrativas por serem mais baratas, mas que não possuem homologação e tampouco legalização. E a essa altura, já sabemos que o mais barato não compensa.

Nós, da Mendonça Radiocomunicações, trabalhamos apenas com equipamentos Motorola, os melhores rádios comunicadores do mercado. E deles podemos garantir a homologação, bem como licença de uso para quando são alugados. Como mencionamos, para o caso de compra é necessário providenciar o licenciamento da sua rede de rádio, para a qual oferecemos toda a assessoria necessária para a legalização.

Entre em contato com a gente, tire suas dúvidas e usufrua da qualidade e tecnologia de ponta dos rádios comunicadores Motorola! A Mendonça trabalha apenas com o melhor para a sua empresa!

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